A importância da inteligência emocional no trabalho

A importância da inteligência emocional no trabalho

A importância da inteligência emocional no trabalho

29-01-2026

Inteligência emocional no trabalho: o que é e por que importa?

Mais do que um diferencial, a inteligência emocional se tornou uma competência essencial no ambiente corporativo. Em um cenário onde pressões, prazos e relações humanas fazem parte do dia a dia, saber reconhecer e gerenciar as próprias emoções e, ao mesmo tempo, compreender as dos outros, é decisivo para construir equipes saudáveis, produtivas e colaborativas.

Por essa razão, neste post explicamos o que é inteligência emocional e por que ela importa tanto na hora de contratar e desenvolver pessoas.

O que é inteligência emocional?

O termo ganhou visibilidade com os estudos do psicólogo Daniel Goleman, que definiu a inteligência emocional (IE) como a capacidade de identificar, compreender e gerenciar emoções, tanto as próprias quanto as alheias.

Ela se apoia em cinco pilares fundamentais:

  1. Autoconhecimento emocional: reconhecer emoções, dar nome ao que se sente e entender como isso impacta pensamentos e decisões.
  2. Autocontrole emocional: regular reações impulsivas, manter o equilíbrio sob pressão e lidar com frustrações de forma construtiva.
  3. Motivação: ter iniciativa, perseverança e foco em objetivos, mesmo diante de desafios.
  4. Empatia: compreender os sentimentos dos outros, escutar ativamente e agir com consideração.
  5. Habilidades sociais: construir relações positivas, comunicar-se com clareza, cooperar e resolver conflitos com respeito.

Essas competências podem — e devem — ser desenvolvidas no ambiente corporativo.

Por que a inteligência emocional é tão importante nas empresas?

Segundo um levantamento da TalentSmart, 90% dos profissionais com alta performance têm elevados níveis de inteligência emocional. Isso não é coincidência: a IE impacta diretamente a forma como lidamos com adversidades, nos comunicamos e colaboramos em equipe.

Colaboradores com boa inteligência emocional:

  • reagem melhor ao estresse e às mudanças;
  • mantêm o foco mesmo em situações desafiadoras;
  • têm mais facilidade para resolver conflitos;
  • contribuem para um clima mais saudável e produtivo.

Já lideranças emocionalmente inteligentes conseguem inspirar, escutar, reconhecer talentos e gerar confiança, habilidades fundamentais em contextos de transformação organizacional.

Além disso, a IE está diretamente ligada à redução do absenteísmo, melhoria do engajamento e aumento da retenção de talentos.

Sinais de inteligência emocional no dia a dia

No ambiente corporativo, alguns comportamentos revelam o nível de inteligência emocional dos colaboradores. Veja alguns exemplos:

Pessoas com inteligência emocional desenvolvida:

  • sabem ouvir sem interromper;
  • aceitam feedbacks com maturidade;
  • mantêm a calma em situações de pressão;
  • valorizam o trabalho em equipe;
  • pedem desculpas quando erram.

Pessoas com baixa inteligência emocional:

  • reagem com agressividade ou defensividade;
  • levam críticas para o lado pessoal;
  • ignoram o impacto das próprias ações nos outros;
  • culpam terceiros por seus erros;
  • têm dificuldade para lidar com frustrações.

Reconhecer esses padrões é o primeiro passo para trabalhar a IE na cultura da empresa.

Inteligência emocional é competência-chave para o futuro!

Desenvolver a inteligência emocional nas empresas é investir em pessoas mais resilientes, cooperativas e produtivas. É um passo fundamental para promover bem-estar, melhorar o clima organizacional e tornar o ambiente de trabalho mais humano.

Aliás, não à toa, a inteligência emocional está entre as principais soft skills para o futuro do trabalho, tema que aprofundamos no próximo conteúdo da Menu.

Como desenvolver a inteligência emocional no ambiente de trabalho: guia para a liderança!

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